
O sábado do dia 16 de janeiro de 2010 foi muito diferente, pelo menos para mim. Depois de visitar o TAKANAKA de Bacaxá, à tarde, período inoperante às atividades da casa, fui entrevistar algumas “meninas”, e de lá saí impressionado, não só pelo que vi e ouvi, mas, principalmente pela surpresa da acolhida de uma das meninas. Então, mal cheguei uma linda morena se dirigiu a mim em voz alta –“meu amor, que bom que você veio aqui”- de mim se aproximou e sapecou um beijo na minha boca; ainda assustado com o ocorrido, olhava fixamente para o lindo rosto da menina, cujos olhos verde claros, translúcidos como bolas de gude, me forçavam a buscar na memória de onde a conhecia... lembrei, -‘Va...’, que surpresa te encontrar aqui, disse eu; - não diga meu nome, disse ela, aqui eu sou a Bebel. Pois é, a Bebel, quando a conheci tinha 12 anos de idade, vi a menina se transformar numa linda mocinha, e, hoje aos 20 anos, transformada numa linda mulher. Bom, conversei com a Bia, a Pat, a Marina e a Bebel. Os relatos foram muitos parecidos, mas justamente a Bebel foi a mais evasiva... em conversas com pessoas que também a conhecem, pois os pais e irmãos da Bebel moram próximos à empresa onde trabalhamos é que fiquei sabendo, através de seu próprio irmão, que ela está grávida de três meses... mas a sutiliza das entrevistas é assunto para outra ocasião... a tardinha do sábado está indo embora, deixei as ‘meninas’ e tomei o rumo de casa... no caminho, parei no bar do Paulo, já em Itaúna, e entre umas e outras Antárticas, a prosa foi rolando com um amigão, o Alcirley, que, aliás, é testemunha ocular do acontecido com as meninas do Takanaka. – Amigão, vamos logo mais à Arraial do Cabo assistir o show do Toninho Horta? Bom, aceitei o convite, liguei para a Vânia, Drica e Samanta, mas nenhuma delas se interessou pelo show( elas são jovens) do bom e velho Toninho, que já excursionou pela Inglaterra, Rússia, Japão, Coreia, Finlândia, Eslováquia, Eslovênia, Croácia, Itália, Holanda, Bélgica, Açores/Portugal, Martinica, Suíça, Áustria e Arraial do Cabo, onde tive a imensa satisfação do show presenciar... show ao ar livre, praça lotada, e entre uma cerveja e outra, que não era a Antártica, porque tinha acabado, a sempre e maravilhosa Brahma descia com muita facilidade, mas, chega a madrugada e com ela a fome- passamos na ‘barraca’ Hamburgão do Romeu e pedimos Hamburgão com tudo dentro...caramba!, já não me lembro mais quando foi a última vez que comi coisa parecida...deve ter mais de 15 anos...aí chega, majestosamente embalado num saco, um imenso hamburgão. Mas o bicho era tão grande e tinha tanta coisa dentro, que fiquei, por instantes, a imaginar por onde iria começar a comê-lo...não teve jeito, na terceira mordida minha camisa fora brindada com um pouco de maionese, que apesar do cuidado na mordida, acabou por espirrar em mim. Mas acreditem, foi gostoso comer toda aquela tralha em plena madrugada, numa cidade praiana e no meio de uma grande platéia, que percebí, não estava nem aí pro Toninho. Mas não importa, o som que vinha do alto era bom em todos os sentidos-não agredia os ouvidos e a música de extrema qualidade- e a melodia TRAVESSIA era executada como nunca ouvira antes. É, o sábado já acabou e agora só me resta a travessia pra Saquarema, onde no caminho, no ARENA, um monte de bundas se sacolejavam ao som de um grupo nordestino, o DJAVÚ-passei de passagem, a tempo de não houvir a 'tocadíssima' Meteoro e, se já não fosse mais de 4 da madruga, até iria dar uma espiadinha- afinal, não tenho preconceito à nada e cada música tem o seu tempo e seu espaço e, quando ainda ostentava meus 20 anos de idade, roqueiro como fui, não me sintí constrangido em ir ao Teatro Municipal de Niterói e então assistir a um concerto de “música de câmara”... Definitivamente o sábado foi bem diferente. Até breve, com os relatos das ‘meninas’...
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